terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Regras relativas ao preenchimento das vagas para progressão ao 5.º e 7.º escalões da carreira

A Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro, define as regras relativas ao preenchimento das vagas para progressão ao 5.º e 7.º escalões da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário.

Candidaturas ao Prémio "António Dornelas"

As candidaturas ao Prémio "António Dornelas", que distingue estudos nas áreas do trabalho, emprego, formação profissional, relações laborais, segurança social, solidariedade e inclusão das pessoas com deficiência, estão abertas até ao dia 31 de janeiro.

Podem candidatar-se estudantes, investigadores e docentes do ensino superior com artigos/papers, dissertações de mestrado e teses de doutoramento, em qualquer área de intervenção do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Pretende-se que os trabalhos galardoados promovam a reflexão, análise e avaliação das políticas públicas ou fomentem a inovação em algumas áreas ou nas metodologias estatísticas.


Fonte: INR

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Criação do grupo de recrutamento de Língua Gestual Portuguesa

Terminaram hoje as negociações entre o Ministério da Educação e as estruturas sindicais representativas dos docentes relativamente ao diploma que prevê a criação do Grupo de Recrutamento de Língua Gestual Portuguesa. Este diploma põe termo a uma situação que era premente resolver, reconhecendo aos formadores de Língua Gestual Portuguesa a integração na carreira docente, criando, para o efeito, o respetivo grupo de recrutamento. A estes docentes aplica-se o regime previsto no Estatuto da Carreira Docente, nomeadamente em matéria de vinculação, progressão e reposicionamento. Trata-se, assim, de corresponder ao justo anseio destes docentes, que lecionam a alunos surdos e a alunos ouvintes que pretendam aprender a Língua Gestual Portuguesa, cumprindo a sua proteção e valorização previstas na Constituição. Lisboa, 22 de janeiro de 2018.

Lisboa, 22 de janeiro de 2018

Texto original como Nota à Comunicação Social aqui.

domingo, 21 de janeiro de 2018

8º Encontro Nacional de Famílias 21

Nos dias 24 e 25 de março de 2018 terá lugar o 8º Encontro Nacional de Famílias 21.
Este encontro anual é um veículo essencial na partilha de informações, conhecimentos e experiências entre familiares de jovens e adultos com Trissomia 21 e foi criado pela Associação Pais 21.  Desde do seu primeiro momento de criação em 2011, tem sido primordial na promoção de novidades, métodos, técnicas de intervenção, informação, estudo e fomento de práticas de inclusão social e laboral para jovens e adultos com trissomia 21.

Este ano, o Dançando com a Diferença em parceria com a Associação Pais 21, traz pela primeira vez este acontecimento à Região Autónoma da Madeira sob a temática da “PROFISSIONALIZAÇÃO”.
Este encontro reunirá pessoas de todo o país que através de grupos de trabalho, workshops, partilha de opiniões e experiências discutirão o atual panorama da profissionalização dos jovens e adultos com trissomia 21 e qual o caminho a seguir para uma real inclusão no mundo laboral.

A nível geral, a programação estará distribuída da seguinte forma:
No dia 24 de março concentrar-se-á os grupos de trabalho sobre as mais diversas temáticas relacionadas com a profissionalização e as conversas com os convidados que abordarão a sua experiência profissional e relação com o tema central do encontro.
No dia 25 de Março as atividades concentrar-se-ão num espaço aberto à partilha por parte de todos os presentes, que terão aproximadamente 7 minutos apresentar e partilhar ideias, levantar questões, preocupações, ou até mesmo experiências pessoais e familiares. Depois seguimos um conjunto de workshops práticos nas áreas da Dança, da Televisão / Comunicação e ainda um workshop voltado aos pais onde se debruçará sobre a questão do “Que será o depois dos filhos terem conquistado a sua própria vida?”.

Pedimos a todos interessados façam a sua inscrição, impreterivelmente até o dia 12 de março de 2018, através deste link:https://goo.gl/forms/L5tP41fZ2CBmxTzD2
A sua inscrição será efetivada após o  pagamento por transferência bancária para o NIB 0018 000800259241020 21 e envio do comprovativo para o email info@danca-inclusiva.com
Para garantirmos melhores condições a todos os participantes precisamos do preenchimento de uma ficha de inscrição por participante. No caso de famílias, ao enviar o comprovativo, favor indicar o nome das pessoas inscritas.

O investimento é de 25€ para as inscrições individuais e 40€ para inscrições familiares. O valor para participação em cada workshop é de 5€.

Qualquer dúvida bastará entrar em contacto através do número: +351 92 706 9966 ou info@danca-inclusiva.com

Recebido por correio eletrónico

sábado, 20 de janeiro de 2018

Alemanha usa coletes de areia para controlar crianças hiperativas

Cerca de 200 escolas alemãs estão a pedir a cada vez mais crianças indisciplinadas e hiperativas que usem coletes cheios de areia. Será uma estratégia para as acalmar e manter sentadas nos seus lugares.

A história é relatada pelo diário britânico The Guardian. Os coletes de areia pesam entre 1,2 e seis quilogramas e custam entre 140 e 170 euros.

Por toda a Alemanha, há um número crescente de diagnósticos de Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção, o que provoca alterações na atenção, impulsividade e grande atividade motora. Um conjunto de sintomas que se repercute no desenvolvimento, na aprendizagem e no ajustamento social.

A prática não é nova. Os defensores dos coletes de areia argumentam que estes são uma abordagem terapêutica menos agressiva do que medicamentos, como o uso de Ritalina. Os detratores encaram-nos como uma reminiscência de camisolas de forças que eram usadas para restringir pacientes violentos em hospitais psiquiátricos. E inquietam-se com a possibilidade de estigmatização.

"As crianças adoram usar os coletes e ninguém é forçado a usar um contra sua vontade", declarou Gerhild de Wall, da escola Grumbrechtstrasse, no distrito de Harburg, em Hamburgo, ao The Guardian. "Os coletes ajudam-nas a ter um melhor sentido de si próprias, e isso, por sua vez, ajuda-as a concentrarem-se".

Segundo explicou, os coletes só são usados em períodos de 30 minutos. Muitos querem usá-los. "Os alunos saltam a cada oportunidade de os usar. Nós garantimos que as crianças que não precisam deles também os vestem, o que ajuda a evitar que haja um estigma associado ao seu uso".

Essas explicações não convencem os críticos, que entendem esta abordagem questionável. Vislumbram o risco de os coletes serem encarados como uma espécie de remédio único. Também há quem entenda que esta abordagem procura garantir que a criança encaixa na turma, sem atender à sua individualidade.

Petição em Portugal

Em Portugal, estima-se que cerca de 70 mil crianças sofrem de Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção. A terapêutica está muitas vezes reduzida à medicação. O Infarmed aponta para uma duplicação das vendas de metilfenidato: de 133 mil, em 2010, para mais de 270 mil embalagens, em 2016.

Na Net, corre uma petição com o objetivo de pôr a Assembleia da República a discutir modos de adaptar o modelo escolar e social, de modo a salvaguardar o direito destas crianças a “uma educação e inclusão sem obstáculos, com complementaridade de apoios a nível terapêutico”. Os signatários são agora 1072.

Fonte: Público

O VALOR DE UMA HISTÓRIA

Desta vez entrou na consulta acordado e a falar. O Gabriel tem seis anos. Conheci-o com três, metido num carrinho e muito ensonado. Vinha de Viseu sem diagnóstico. Tinha tido, desde os três meses de idade, crises epilépticas de vários tipos, muitas delas muito prolongadas e desencadeadas por febre. Quase não falava e os pais, gente inteligente, insatisfeitos com a abordagem clínica que o filho estava a ter num outro centro, decidiram partir em busca de novo parecer. Para mim o diagnóstico era óbvio e na consulta seguinte tinha a confirmação genética do síndrome de que suspeitara. Nesse Natal recebi por correio, num envelope almofadado, um lindo anjinho branco, enviado pela mãe do Gabriel. Ainda hoje o tenho pendurado no teto do meu gabinete.

Entretanto a epilepsia do Gabriel tem estado razoavelmente controlada e, apesar do atraso no desenvolvimento da linguagem, é uma criança com uma vida normal. Decidimos adiar um ano a entrada para o ensino básico, dando-lhe mais algum tempo de preparação na pré-primária. Hoje a consulta era rotina. Ajustar doses de fármacos, escrever informação para a escola....

Quando ele entrou no consultório, reparei que trazia na mão um saquinho cheio de M&Ms e pedi-lhe para me dar um. Fingiu não ouvir, foi direto à carteira da mãe onde meteu cuidadosamente a saqueta das guloseimas e em seguida correu o fecho.

Comecei a conversar com os pais e ele, entretanto, foi direto à mesinha das crianças onde se encontram jogos e livros.

- O Ruca! - exclamou entusiasmado.

- Pegou no livro e pôs-se de pé ao meu lado.

- Conta a história!

Aproveitei o momento para avaliar as suas capacidades intelectuais e linguísticas e comecei-lhe a contar a história. O Ruca levantava-se da cama entusiasmado, lavava-se e vestia-se sozinho rapidamente, pois estava convencido que naquele dia ia ao circo. Ao chegar à cozinha o pai disse-lhe que não era naquele dia mas sim no seguinte, sábado, que iriam ao circo. De repente reparei na cara do Gabriel. Estava quase a chorar. Eu estava muito preocupada a ler o texto e não tinha reparado no desenho que o acompanhava. Na imagem colorida, via-se o Ruca na cozinha em frente ao pai, com uma expressão tristíssima. Mudei rapidamente de página e continuei a ler, desta vez atenta à imagem que acompanhava o texto. O pai consolava o Ruca dizendo-lhe que nesse mesmo dia, depois da escola, iam lanchar a casa dos avós e comer bolo de chocolate. Olhei para a cara do Gabriel. A expressão de tristeza tinha desaparecido, tal como na cara do Ruca. Ia a virar a página mas o Gabriel prendeu-me a mão e ordenou:

- Espera!

Dirigiu-se à carteira da mãe e correu o fecho. Tirou de lá o saquinho de M&Ms e pediu à mãe para o abrir. Em seguida colocou-o na mesa à minha frente e disse-me:

- Come!

Não me fiz rogada, meti três dedos no pacote e comi um molhinho de bolinhas de chocolate. Era hora de almoço e eu tinha fome. Mais a mais eu senti que, segundo o Gabriel, eu merecia aqueles chocolates. Continuei a leitura com o Gabriel encostado às minhas pernas. Quando terminei a história, pegou no livro e arrumou-o em cima da mesinha. Os pais não fizeram mais perguntas sobre as capacidades cognitivas do filho. A história do Ruca tinha sido um instrumento valioso na avaliação cognitiva e emocional daquela criança.

Marquei a próxima consulta e despedi-me. O Gabriel beijou-me espontaneamente pela primeira vez.

Teresa Temudo
Fonte: Visão

Jovem portuense é o primeiro surdo-mudo a doutorar-se em Direito

Um jovem portuense foi o primeiro surdo-mudo em Portugal a doutorar-se em Direito, tendo sido aprovado com distinção pela Universidade do Minho, em Braga.

Filipe Venade de Sousa saiu orgulhoso, ao obter uma classificação unânime, de Bom com Distinção, no fim de uma tarde intensa a defender a sua tese.
Clicar na imagem para aceder à reportagem.

Fonte: JN

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Diferenciar para aprender na sala de aula: questões e respostas

Em escolas que se caraterizam hoje pela heterogeneidade dos seus alunos deixou de ser possível continuar a defender a ideia que educar, nesses contextos, é ensinar tudo a todos, como se todos fossem um só. Se esta é uma afirmação relativamente consensual, importa reconhecer que deixa de haver consenso quando perguntamos o que se entende por diferenciar práticas, projetos e atividades pedagógicas ou como é que isso se faz no quotidiano de uma sala de aula. A saber:
Como é que entendemos a diferença no mundo em que vivemos?

A diferença é um problema ou uma propriedade?

São objetivos que orientam este webinar:
- Refletir sobre as diferentes conceções de diferenciação curricular e pedagógica que, hoje, tendem a suportar as representações dos professores sobre a problemática da diferenciação;
- Identificar algumas propostas de intervenção nos domínios da gestão curricular, da gestão e organização do trabalho pedagógico e da avaliação.
webinar irá iniciar-se com a temática da Diferenciação curricular e pedagógica – Das abordagens assistencialistas e compensatórias à abordagem inclusiva. Comparando-se os pressupostos, as implicações curriculares, pedagógicas e avaliativas dos projetos de diferenciação assistencialista, compensatório e inclusivo, constata-se que a diferenciação tanto pode ser um ato de empoderamento dos alunos, do ponto de vista das aprendizagens e formação, como, pelo contrário, pode constituir um ato de discriminação capaz de, em nome do reconhecimento das diferenças, legitimar as desigualdades e contribuir para as tornar aceitáveis.
Em seguida abordar-se-á a Diferenciação curricular e pedagógica – Das respostas desejáveis às respostas possíveis. Apresenta-se um conjunto de estratégias e de dispositivos que possibilitam a concretização de um projeto de diferenciação de caráter inclusivo, os desafios relacionados com a gestão diferenciada dos objetivos escolares, da organização do espaço e do tempo de aprendizagem e sobre modalidades de apoio educativo.
A reflexão sobre a avaliação e os diferentes modos de a concretizar, de forma congruente com uma visão inclusiva da Escola fecham este webinar.
Fonte: DGE

Falar sobre o Autismo, com Nora Cavaco

Nora Cavaco falará, no próximo dia 26 de janeiro, na Sala Urbano Tavares Rodrigues da Biblioteca Municipal [Silves], sobre autismo. O evento, que conta com a moderação da técnica da autarquia Ana Paiva, realizar-se-á às 21h30. O evento é aberto ao público em geral.

Reconhecida pesquisadora e palestrante internacional em autismo e outras perturbações, Nora Cavaco é Doutorada em Psicologia da Educação: Educação Infantil e Familiar – Investigação e Intervenção Psicopedagógica, com Mestrado em Investigação e Intervenção Psicopedagógica: Didática da Língua e Literatura; e Mestrado em Psicologia da Educação: Especialização em Necessidades Educativas Especiais. É Pós-Graduada em Neuropsicologia e Demências: intervenção com idosos, Licenciada em Psicologia – ramo de Psicologia da Educação e Reabilitação; Licenciada em Qualificação na área de Educação: Supervisão Pedagogia e Formação de Formadores; Bacharel em Educação Pré-Escolar e Hipnoterapeuta.

Tem uma vasta experiência em intervenção com crianças e adolescentes a nível psicopedagógico e reabilitação nas mais variadas problemáticas.

É Diretora dos Cursos de Mestrado e Pós-graduação em Educação Especial do Grupo Lusófona e Docente convidada da USP de S. Paulo – IPq e AMBAN Brasil. É ainda Pós-doutoranda na Faculdade de Medicina da Universidade de S. Paulo; Presidente da Associação Azul, Autismo e Inclusão; Diretora do Centro Clínico Al Gharb: Autism and Learning Disabilities Center, Diretora Geral e Coordenadora do Centro de Referência em Autismo – CRA, em S. Paulo e representante internacional da Universidade Atlântica.

Fonte: Terra Ruiva por indicação de Livresco

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Cafeína é eficaz no tratamento de doenças da visão

O consumo de cafeína, em doses equivalentes a dois / três cafés por dia, protege as células da retina, conclui um estudo realizado por investigadores das Universidades de Coimbra (UC) e de Bona (Alemanha), abrindo caminho para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o tratamento de doenças da visão associadas a episódios isquémicos como a retinopatia diabética e glaucoma, duas das principais causas de cegueira a nível mundial.

A isquemia da retina é uma complicação associada às doenças degenerativas da retina, contribuindo para a perda de visão e cegueira. Esta patologia ocorre por oclusão de vasos sanguíneos, maioritariamente da artéria central da retina, de um ramo da artéria da retina ou por oclusão venosa.

Liderado por Ana Raquel Santiago, investigadora no laboratório “Retinal Dysfunction and Neuroinflammation” da Faculdade Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), o estudo, que já se encontra publicado na Cell Death and Disease, foi realizado em modelos animais (ratos) e desenvolvido em duas fases.

Primeiro foram avaliados os efeitos da cafeína nas células da microglia, células imunitárias que funcionam como os macrófagos da retina, mas que em situação de isquemia libertam substâncias nocivas que contribuem para o processo degenerativo.

Para tal, os ratos começaram por consumir cafeína durante duas semanas ininterruptamente, tendo sido posteriormente sujeitos a um período transitório de isquemia ocular. Após recuperação, voltaram a beber cafeína. As diversas análises efetuadas em dois períodos temporais, 24 horas e 7 dias, mostraram que a cafeína controla a reatividade das células da microglia de forma a conferir proteção à retina, quando comparado com animais que bebiam água (animais controlo).

Curiosamente, nota a coordenadora do estudo, “nas primeiras 24 horas assistiu-se a uma ativação exacerbada das células da microglia, indicando que, de alguma forma, a cafeína estava a promover um ambiente pró-inflamatório para depois garantir proteção e travar a progressão da doença”.

Perante estes resultados, e sabendo que a cafeína é um antagonista dos recetores de adenosina (envolvidos na comunicação do sistema nervoso central), a segunda fase do estudo centrou-se em testar o potencial terapêutico de um fármaco, a istradefilina, no controlo do ambiente inflamatório após um episódio isquémico da retina.

Trata-se de um fármaco capaz de bloquear a ação dos recetores A2A de adenosina e que tem sido avaliado em outras doenças neurodegenerativas. “Neste grupo de experiências, observou-se que a administração de istradefilina diminui a reatividade das células da microglia, atenuando o ambiente pró-inflamatório e o dano causado pela isquemia transiente” descreve Ana Raquel Santiago.

Este fármaco foi testado pela primeira vez na retina, tendo sido administrado após o insulto isquémico da retina. Os resultados desta investigação abrem portas “para a identificação de novos fármacos que possam tratar ou atenuar as alterações visuais inerentes a estas doenças. Os recetores A2A de adenosina podem vir a ser um alvo interessante para travar a perda de visão causada por doenças como o glaucoma ou a retinopatia diabética, duas das principais causas de cegueira a nível mundial”, frisa Ana Raquel Santiago.

Atualmente, “não há cura para estas doenças e os tratamentos disponíveis não são eficazes, sendo crucial identificar novas estratégias terapêuticas”, conclui.

O estudo foi realizado ao longo de três anos e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pela empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro Lda.